Savepoint Podcast #001

 Olá amigos! Finalmente chegou o dia! Vamos publicar nosso primeiro podcast.
 A idéia é bater um papo informal sobre games, e o assunto de hoje são os games que estamos jogando atualmente, e os lançamentos que queremos jogar! O programa é gravado e está no formato .mp3, igual às músicas que você ouve! Então, é só clicar no play ali embaixo, ou em “Download”para baixar o arquivo no seu computador, e ouvir onde e quando quiser! No ônibus, no carro, no trabalho, antes de dormir, na academia… enfim, você que manda =D
 Os participantes hoje são João Vicente e Jonas (os criadores do Savepoint) e Eugênio Martinez é o convidado, nosso especialista em jogos retrô.

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ANÁLISE – ASSASSIN’S CREED III

ANÁLISE – ASSASSIN’S CREED III
Por João Vicente.
Quando a Ubisoft criou a série AC, na era do PS3, toda comunidade gamer ficou muito impressionada. Pelos gráficos, com efeitos de luz e sombra belíssimos, um personagem com roupas que respondiam ao ambiente, e antes disso, um trailer que já mostrava o principal aspecto da mecânica do jogo: você é um assassino, silencioso, mortal, e vai usar suas habilidades para cumprir seus objetivos.
Mas o problema é que uma grande ideia não garante a qualidade do jogo. Por quê? Porque esta ideia precisa ser desenvolvida, evoluída, ao longo do próprio jogo!  Será que isto acontece em AC 3?
O terceiro episódio da série principal traz a evolução, ou alteração, de muitas características que agora são marcas de AC. Por exemplo, além de assassinar, camuflar-se, esconder corpos (aspectos básicos em qualquer stealth atual) você ainda tem sua casa – ou QG – que pode ser evoluído, um barco de batalha, o Aquiles, que pode ser igualmente melhorado; também há um aspecto que vem de AC – Brotherhood, com as áreas de domínio de Assassinos ou Templários nas cidade de Boston ou New York (quase como a briga de gangues em GTA), em que você completa missões para que os Assassinos dominem mais áreas.
Vamos analisar em alguns tópicos, então:
GRÁFICOS
Em jogos da atual geração gráficos são muito importantes. Não são o principal pilar de um excelente jogo, mas são importantes. E o novo AC chega com uma nova engine, e quando isto acontece você não pode entregar um produto com qualidade duvidosa. E não é o que acontece: o jogo possui muitos bugs de imagem, o suficiente para retirar o jogador da imersão. 
Apesar de ter momentos quem enchem os olhos, como as florestas, a reprodução das cidades de Boston e NY, e as batalhas navais, os gráficos de AC III não causam um impacto tão grande quanto se espera de um novo motor gráfico, principalmente quando já temos a promessa de Watch Dogs e Metal Gear Ground Zeroes, jogo que nos trailers parecem de uma próxima geração. E ainda temos os bugs de imagem; muitos deles. Em determinado momento, um personagem conversava com Connor, e estava com o rosto ensanguentado. Subitamente todo o sangue sumiu, e o rosto estava limpo novamente. Simplesmente assim, de um quadro para o outro; como este, temos muitos outros exemplos, o que realmente prejudica a avaliação final do game. Estou muito curioso para saber se algum patch vai corrigir este tipo de problema.
JOGABILIDADE
Novamente, bugs. Estraga o jogo, impede de jogar? Não. Eu quis chegar até o fim da história, de qualquer maneira. E me diverti muito jogando com Haytham ( o pai de Connor ) no começo; achei interessante ver o Connor criança e adolescente, caçando na floresta, e esta mecânica ficou bem legal. O Connor adulto demora a chegar, mas não decepciona. E neste momento do jogo, fica mais parecido com os AC anteriores, mas sem grandes melhorias. Bugs, Ubisoft, bugs…
 Impossível não elogiar as batalhas navais, que com certeza receberam grande cuidado, até porque estas  foram um grande destaque nos trailers e anúncios.
HISTÓRIA

Continua aqui a história de Desmond Miles, e também chega a seu fim. Um fim polêmico (sem spoilers aqui! ) que desagradou alguns, mas mesmo assim é um desenrolar interessante para este tipo de trama, que permite muitas expansões. A verdade é que podem ser criadas histórias com Assassinos em inúmeras épocas diferentes, como no futuro por exemplo, então já era de se esperar que a história de Desmond termina sem fim, ou seja, com um “Continua…” subentendido.
Agora, quanto ao protagonista Connor, é onde o jogo chama mais atenção. Todo contexto histórico da Revolução Americana é muito legal e foi trabalhado com todo cuidado possível. Porque em AC 2 podemos ver a história da Europa na Era Renascentista, mas parece mais interessante andar por Boston e NY em uma época em que os EUA estavam nascendo (digo isto porque há muitos mais representações da Europa na era de Da Vinci, tanto em filmes ou jogos, do que do período revolucionário nos EUA). Se você prestar atenção nos diálogos na rua, eles falam sobre os eventos históricos, com precisão incrível. 
É legal perceber também que a questão não é tão simples quanto “Assassinos : bons, Templarios: maus”… o protagonista irá obriga-lo a questionar os seus motivos para lutar aquela guerra, e é impossível não ficar em dúvida quanto o certo e o errado…
MULTIPLAYER, MISSÕES SECUNDÁRIAS E O FATOR “REPLAY”
O multiplayer é bem semelhante ao apresentado em Revelations. Você escolhe um personagem, e é colocado em um cenário que representa parte de uma cidade. Os outros jogadores se parecem com habitantes do local, e você recebe um alvo ao para assassinar, ao mesmo tempo em que há alguém perseguindo você. Qualquer ação “estranha” como correr, escalar casas ou prédios, andar rápido, e obviamente assassinar, aumenta sua visibilidade e permite que os adversários saibam que você é um player e não um NPC (porque as roupas podem ser iguais). É interessante, mas não dura muitas horas, pois torna-se cansativo relativamente rápido.
O jogo off-line possui muitas missões secundárias, mas nem todas interessantes. Elas constituem em evoluir seu navio bélico – o Aquiles – contratar trabalhadores para seu “homestead”, coletar penas de águia, coletar páginas do almanaque e outras já citadas. Realmente há muitas missões, e todas são necessárias para conseguir os troféus ou achievments. As 
O jogo não chega a ter um fator “replay”, exatamente porque não é necessário reiniciar a aventura principal para completar todas quests secundárias.  Decisão correta da Ubisoft.
IMPRESSÕES FINAIS
AC III é um lançamento esperado, e por isso a decepção é maior quando surgem bugs de imagem, jogabilidade, e outros defeitos que podem até ser corrigidos por patch, mas não redimem a culpa dos produtores.
A nova engine gráfica não traz qualquer novidade que chame atenção apesar de ser bonita.
A jogabilidade tem menos novidades do que outros jogos da série mas traz aspectos interessantes, como as batalhas navais e caçada na floresta: são missões legais e estão presentes em grande número no game, então você pode jogar muitas horas de AC III antes de acaba-las.
Para um jogo tão aguardado, são mais defeitos do que qualidades, e por sorte da Ubisoft, existe o advento dos patchs e DLCs, que permitem a correção de alguns defeitos (mas não corrigirá tudo).
NOTA 7,8 – Acima da média, mas não atinge o patamar esperado pela fama da série, podendo decepcionar os jogadores mais exigentes.

Skylanders Spyro’s Adventure 3DS – Análise

O lançamento do título ocorreu em outubro de 2011, completando aniversário no mês passado. Conforme informações repassadas pela Activision, foi o terceiro jogo mais vendido, em dólares, de todas as plataformas, no primeiro trimestre de 2012 e o mais vendido, considerando títulos para crianças (na América do Norte e Europa).
Ultrapassadas as informações genéricas, aviso o seguinte: O presente review restringe-se ao “Skylanders: Spyro’s Adventure” para 3DS.
Adquiri o referido game em outubro de 2012 e optei pela versão 3DS, porque é um jogo o rápido (aventura) e porque a mobilidade do portátil se enquadra às minhas necessidades diárias. 
A minha fitinha possui 10 horas de jogo e já ultrapassei metade das aventuras, mas sou uma “slow-gamer”. Os rapidinhos obterão idêntico êxito em menor tempo.
Vamos aos detalhes do jogo.
Ao adquirir o Skylanders, você compra um pacote que contêm o jogo, três skylanders iniciais e um portal. A ideia principal é bem conhecida: Basta colocar o bonequinho no portal e conectá-lo ao console, sendo aquele transportado ao mundo virtual, aterrissando em Radiant Isles. Todas as evoluções do personagem ficam salvas na sua representação física.
Visando evitar o desconforto de carregar um portal na bolsa e aliado à praticidade do portátil, o Skylanders 3DS permite o acúmulo de 02 personagens, que podem ser alternados com um simples toque na tela.
Pois bem, vamos contar história do jogo, exclusiva para a versão 3DS:
Ao ligar o game, subitamente você se depara com o último protetor da Skyland, que lhe nomeia “Portal Master”. Não se trata de um título vazio, pois lhe trará uma enorme responsabilidade: Sua missão é resgatar os Mystic Seekers. Os Mystic Seekers estavam reunidos na Radiant Isles e foram escravizados por Hektore (vilão). Hektore os obrigou a criar o “Dark Mirror”. Após a criação do Dark Mirror, Hektore utilizou o poder deste para separar Radiant Isles de Skyland, mantendo os Mystic Seekers como prisioneiros. Cabe ao Portal Master e aos seus Skylanders libertar os Mystic Seekers e derrotar Hektore.
Como o jogo funciona?
Você possui uma série de pequenas aventuras e vários objetivos. São aventuras contra o tempo: Se demorar, o Hektore aparece e fulmina o personagem. Nessas aventuras, você colhe cristais, pega gifts, evolui e liberta os Seekers, para, ao final, derrotar o vilão.
Cada aventura exige uma combinação específica de Skylanders. Aí vem o golpe, meu amigo. O jogo, em si, já não é barato (R$ 269,00, em terras brasilianas). O pacote vem com 03 elementares. No total, são oito elementos, alternados em 32 bonecos. Para você fechar todas as aventuras, será necessário adquirir um skylander de cada elemento, no mínimo.
Então, faça o cálculo: 03 skylanders você “ganhou” na compra do jogo. Faltam 05, sendo que o preço médio dos bonecos gira em torno dos R$ 49,90 (mas alguns podem ultrapassar esse valor).
Dispêndio financeiro para começar a brincadeira: R$ 269,00 (jogo) + R$ 250,00 (skylanders).
E se vocês acham que o problema é pagar o preço, existe um empecilho maior, pois alguns elementares são difíceis de encontrar (e eu procurei em SP). Necessitei comprar uma caixinha com 03 para conseguir um elemental da terra.
Dica: Se você não quiser escolher, as caixinhas com 03 personagens são mais baratas, custam R$ 119,00.
O jogo também possui 04 expansões (Pirate Seas, Empire of Ice, Darkligt Crypt e Dragons`s Peak), no valor de R$ 160,00 cada.

Resta-nos afogar as mágoas dos problemas financeiros  (e para todos os males, existe o eBay) e voltar ao jogo: Os bonecos evoluem até o level 10 e possuem aproximadamente 03 golpes cada, descobertos ao longo das evoluções.
Cada personagem dispõe de características bem peculiares, alguns são rápidos e leves, excelentes para determinadas missões e outros são fortes e pesados, específicos para certos desafios. É bem recomendável ter um Skylander voador. Tenho dois e usualmente são minha salvação.
E o 3D?  Na minha humilde opinião, é ótimo. O jogo é rápido e às vezes o 3D atrapalha – pela própria instabilidade do 3DS, que não permite movimentos bruscos para a visualização do efeito -, o que não anula a qualidade do jogo.
O tópico negativo resume-se ao fato do personagem não dar ré. Quer dizer, ré ele até dá, mas a câmera não volta. Você dá ré no escuro!!! Lógico que isso não atrapalha imensamente o jogo, afinal, a ideia é seguir em frente e rápido, mas confesso que é estranho.
Algo que eu acho incrivelmente bem bolado e divertido é o fato dos skylanders serem aproveitados em todas as plataformas (eu posso jogar com um amigo que comprou a versão para Play3, Xbox ou PC). Inclusive, é permitida a utilização dos meus bonecos no “Skylanders Giants”, lançado no mês passado.
A portabilidade de bonecos é incrível. Dá de 10 x 0 nas nossas operadoras de telefonia!
É isso aí, amigos gamers, todos os tópicos que eu considero relevantes foram abordados. Espero que tenham gostado do review e… Vamos jogar! =D
Uma sinopse para o jogo: Divertido.
Uma nota: 9,0.
Uma observação relevante: Cuidado com a LER no polegar.
 Postado por Kétlin.

Assassin’s Creed III – Primeiras Impressões

Bem vindos ao Savepoint Cast gamers!!!
Pra começar este projeto, falaremos das primeiras impressões deixadas pelo aguardado Assassin’s Creed III, lançamento da Ubisoft para XBOX 360, PS3 , PCs, e Wii U.
O jogo continua a saga de Desmond Miles, único protagonista presente em todos capítulos. Mas desta vez ele conhecerá a memória genética de Connor, um índio americano que torna-se membro da guilda dos Assassinos. Apesar de que toda a propaganda do jogo mostrou muito de Connor em território norte-americano, em meio a bandeiras dos EUA, o jogo começa muito antes, com seu pai, um inglês que vai para os EUA com objetivos não bem definidos (para o jogador, a princípio).
Você só jogará com Connor a partir de um certo ponto, quando ele ainda é criança, e os caminhos que o levam aos Assassinos são bem interessantes, e diferentes de Altair ou Ezio.

O JOGO: Pois bem, AC III traz a nova engine da Ubisoft, que apesar da propaganda, não impressiona. Ainda vemos diversos bugs gráficos semelhantes ao AC 1 ou AC II, como olhos que parecem deslocados no rosto das personagens, falhas na sincronia labial e outras pequenas coisas, que irritam quando as percebemos. Mesmo assim, é um jogo bonito, principalmente por levar o gamer  aos EUA de uma época remota, e dar a possibilidade de andar por tudo, interagir com diversos elementos do cenário, e até mesmo conhecer mais da história daquela época, principalmente se você ficar atento aos diálogos que rolam nas ruas de Boston ou N. Iorque (todos muito condizentes com a história real).
A jogabilidade ainda é semelhante ao AC II, mas traz novas armas, muda alguns botões – o que é estranho, pois o gamer já estava acostumado com alguns padrões da série – mas não chega a ser inovador neste aspecto. AC III ainda não parece um jogo de final de geração, mas isto é o reflexo da decisão da Ubisoft em lançar 1 game por ano, ou seja, sempre parece que estão experimentado, e você é a cobaia.
 No começo do jogo há MUITOS, eu disse MUITOS bugs que podem irritar e fazer os menos pacientes desistirem. Passado este começo a coisa melhora e você sentirá melhor adaptação aos comandos. Mas continuam alguns bugs gráficos…
É isso aí galera, quando terminarmos o jogo, haverá uma análise mais completa, e em breve o primeiro capitulo do nosso podcast!!!
Twitter:     @savepointcast
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postado por Joao Vicente