Savepoint Podcast #007 – Franquias que Marcaram a Geração Atual, e Idéias Para a Próxima!

  Salve galera! Finalmente voltamos com o nosso querido podcast temático, dessa vez analisando as principais franquias da atual geração de games, e também falar o que esperamos da nova geração nos consoles, PCs, portáteis, etc!

Continue lendo “Savepoint Podcast #007 – Franquias que Marcaram a Geração Atual, e Idéias Para a Próxima!”

Análise – DLC QUEST

  

Quem acompanha os videogames, sabe como os DLC (DownLoadable Content – conteúdo extra para os jogos já comprados) tornaram-se uma constante em quase todos lançamentos de maior destaque.  Mas esta nova prática traz muita discussão e existem jogadores (como eu) que não gostam do excesso de conteúdo além daquele pelo qual pagamos – ou seja, você já paga aprox. R$ 180,00 no jogo, e fica sabendo que existem um capítulo extra, “fundamental” para a história, que custa APENAS R$ 19,90.

  Pois o pessoal do Going Loud Studios resolveu criticar os DLCs em seu divertido DLC Quest – um jogo de plataforma em que seu herói deve salvar sua princesa (ORLY?), sequestrada pelo vilão (genérico). Mas espere… quando o jogo começa você não pode pular, andar para a esquerda da tela, e nem mesmo perceber a animação de caminhada do personagem. Para acessar estas funções, deve-se comprar DLCs, mas todos com moedas virtuais, capturadas durante o jogo.

  Além desta crítica intrínseca a mecânica do jogo, temos várias piadas com cliches do games, como um velhinho que o entrega 3 quests (ache meu livro mágico, ache meu gatinho, etc), e o seu herói simplesmente nega a ajuda solicitada, na CARA do NPC.

  A campanha possui 2 partes distintas, mas igualmente rápidas, sendo o principal mecanismo a busca por mais moedas, para comprar mais DLCs e continuar avançando na história.

  É um jogo indie que custa R$ 3,99 no Steam, e recomendo para todos que queiram uma diversão rápida, com piadas que funcionam muito bem!
 Também disponível para XBOX Live e MacOS!

 [TRAILER]

O Criciúma E.C. e o FIFA 14

    Desde as versões do International Super Star Soccer (SNES), até os patchs “alternativos” para o Winning Eleven, no PS2, todo torcedor do Criciúma E.C. sonha com a aparição do time nos principais jogos de futebol da atualidade, conhecidamente FIFA e PES, oficialmente.

    Quando o clube conseguiu o acesso à série A do Brasileiro, este sonho tomou proporções reais enquanto todos aguardam o anúncio oficial dos clubes que estarão representados no jogo. Mas quando as primeiras notícias surgiram, ficamos sabendo que o Tigre pode não figurar no FIFA 14 – o primeiro a negociar e anunciar os clubes oficializados. As primeiras notícias ou boatos diziam que a diretoria do clube não aceitou a proposta inicial da E.A., por considerar o valor baixo, e por sua vez, a E.A. provavelmente não aceitou aumentar este valor.

    Agora que os anúncios oficiais apareceram, sabemos que as negociações continuam, conforme Cláudio Gomes, diretor de marketing do clube. Sim, o Criciúma E.C. quer um aumento na proposta da E.A, e ainda não descartou a possibilidade de aparecer no FIFA, mas as informações atuais deixam claro que se o valor do contrato não aumentar, ficaremos sem a camisa tricolor no jogo.

    Por um lado, todos querem ver o Tigre no FIFA 14 À QUALQUER PREÇO, mas o clube tem sua parcela de razão quando exige maior respeito e reconhecimento, sendo que o valor proposto foi até 90% menor do que o apresentado para clubes maiores, como Corinthians.

    Vamos aguardar por mais informações, então fiquem ligados no Savepoint!

Promoção de Jogos Indie na Steam

Sim Gamers a Steam ta com uma promoção super bacana de Games indie, incluindo os finalistas da IGF (Independent Games Festival). 

Entre os títulos temos Hotline Miami que ja apresentado pelo João Vicente em alguns gameplays (Acesse nosso TwitchTv e confirahttp://www.twitch.tv/savepointcast ). Terraria R$4,24(eu Jonas, já vou comprar esse jogo), Super MeatBoy R$8,49, Castle Crashers R$14,99, Limbo R$6,79 e muito mais.
Vale a pena conferir!

Análise – METAL GEAR RISING: REVENGEANCE

     Corte tudo, e todos! Essa é a palavra de ordem de METAL GEAR RISING: REVENGEANCE, lançamento da Platinum Games e da Konami. 
  O jogo é ambientado no mundo pós Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, e com o fim do controle exercido pelos Patriots (então uma inteligência artificial) as companias militares privadas (PMCs) começam a ter liberdade para fazer o que quiserem. Pois a guerra sempre foi, e sempre será um grande e lucrativo negócio.

  Mas o importante em MGR não é a história, e sim a jogabilidade de ação hack ‘n slash, misturada ao novo “blade mode”, que permite ao jogador cortar inimigos e objetos da maneira que bem entender.
Se você jogou Metal Gear 4, ou viu uns vídeos, é impossível não lembrar como o ciborgue Raiden parecia habilidoso e ágil com sua katana magnetizada. E com certeza a Konami resolveu colocar nas mãos do jogador todo aquele poder, ao invés de limitá-lo a alguns CGIs.
  Aí é que pode surgir um dos problemas em Rising: esta jogabilidade não parece tão bem aprimorada: não só o blade mode (que funciona bem, mas perde a graça após inúmeras repetições) mas também as mecânicas de batalha em geral, como o sistema de bloqueio, que é impreciso, e o sistema de combos, que simplesmente não faz falta, durante o jogo. Os ataques são divididos em médio e forte, ou fraco e forte (quadrado ou triângulo, no PS3), sendo que há inúmeras cobinações que geram combos – o problema é que o jogador pode simplesmente ignorar esta lista de comandos, ou então apenas apertar os botões freneticamente, para matar os inimigos.
  Já o blade mode o permite cortar seus inimigos em muitos pedaços, sendo que há um bonus por cortar a espinha e absorver a medula (todos adversários são ciborgues), para recuperar vida e energia para os combos. Com a repetição, as animações são as mesmas, o que pode desestimular o jogador a executar  este comando, ou até recomeçar o jogo inteiro.
  É claro que estes defeitos de jogabilidade são muito dependentes de quem joga, pois existe até um elemento de stealth, permitindo matar inimigos sem que eles percebam sua presença – o que na minha opinião, não combina com a proposta de MGR: Rising. Mesmo assim, a jogabilidade não é ruim, e o jogo consegue ser divertido até o fim, até porque é uma campanha relativamente curta (5 – 8 horas, no nível normal).  Existe um fator de replay, pois é possível adquirir Battle Points (BP) para compar evoluções de armas, corpo do Raiden e novas habilidades, e os mais dedicados podem querer adquirir todas evoluções (o que não me parece tão difícil). O jogo em si também é divertido o suficiente para permitir mais uma “volta”, principalmente para caçar achievments ou troféus.

  Quanto a história, existe um vínculo com Metal Gear Solid, mas sinceramente, quem não jogou os anteriores não deve sentir qualquer dificuldade, até porque a história é muito simples, e Rising é definitivamente um spin-off da série, sem qualquer influência maior sobre a saga de Snake. A trama em si é um pouco fraca, com um vilão final que chega a parecer piada, mas funciona como “boss” de videogame. Aqui, o foco é a jogabilidade.
  O nível de dificuldade, no normal, é progressivo, acrescentado tipos de inimigos e posteriormente misturando-os. Alguns cenários podem ser particularmente difíceis e demorados, dependendo da habilidade do jogador. As lutas de boss variam de muito fácil até algumas que dão muito trabalho: exigem agilidade e memorização dos padrões de ataque do boss. Porém com alguma dedicação é possível vencê-las; o risco aqui é “travar” em um boss e acabar ficando enjoado (o que quase aconteceu comigo). 
  Metal Gear Rising: Revengeance é um spin-off de Metal Gear Solid, com uma história simples o suficiente para justificar um bom jogo de ação, que traz a novidade do balde-mode, mas falha em algumas mecânicas básicas de luta. É um bom jogo, divertido, mas está aquém de outros representantes do gênero hack ‘n slash.
Relacionado:
[VIDEO] Trailer de Metal Gear Rising: Revengeance

Savepoint Gameplay #002 – Slendytubbies Co-Op

  Bem vindos de volta ao nosso canal de vídeos, e ao segundo gameplay criado pelo Mauro, agora com participação do Mano Tundera! E o jogo da vez é um exemplo de gráficos detalhados, jogabilidade primorosa e uma história emocionante! (#SÓQUENÃO). Então assistam o vídeo, clique no “joinha” e assine o nosso canal de youtube, que é para dar uma força pro site e continuarmos produzindo estes maravilhosos vídeos!