Zelda Completa 30 anos!

  Uma das maiores invejas que eu tenho na vida é não ter sido um jogador da série Zelda desde o NES ou SNES. Já falei algumas vezes no nosso podcast, fui um “SEGA-boy”, e na época a gente jogava 1 console só, e defendia ele com unhas e dentes! Mas é quase impossível escapar à magia da Nintendo, e todo mundo conheceu os clássicos na locadora, na casa de um amigo, ou mesmo nos emuladores.

  Com meu crescente interesse por videogames, ficou claro que havia um abismo enorme a ser preenchido, e eram as aventuras de Link, Zelda, Ganon e outros;  a oportunidade surgiu tarde, mas eu estava pronto, como um bom herói do tempo. Ao ficar afastado do meu trabalho regular para tratamento médico, obviamente peguei aquela lista mental de jogos atrasados (incluindo Final Fantasy VII e Zelda: Ocarina of Time) e resolvi que era hora para colocar alguns clássicos em dia.

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Firewatch – Análise

Já fazem alguns anos que os jogos indie começaram um novo ciclo na indústria dos videogames. Passaram a figurar em destaques nos sites mais conhecidos (como  o Savepoint! =D), destacaram os nomes de seus criadores, viraram documentário e são hoje parte do ciclo natural das lojas virtuais e premiações de fim de ano. E um aspecto muito é interessante é analisar para onde os pequenos gigantes da indústria vão agora: continuam como projetos pessoais, com baixo orçamento e muita criatividade? Ou começam a produzir jogos com maior orçamento, equipes maiores, diminuindo o abismo que os separa dos blockbusters?

Estas respostas ainda não existem, pois vivenciamos um momento ainda primordial desta história. Depois da explosão de nomes como Jonathan Blow (Braid), Edmund McMillen (The Binding of Isaac) e Steve Gaynor (Gone Home), chegamos à um ponto onde as sequências espirituais destes pilares dos indies começam a surgir.

Não vou discutir aqui se um jogo é indie ou não baseado em critérios como orçamento e tamanho da equipe até porque eu vejo o

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