Witcher 3: The Wild Hunt – Análise

– Por Kétlin.

-QUEM É GERALT DE RIVIA, O WITCHER?

Geralt de Rivia é um bruxo. Recebeu treinamento especial em Kaer Morhen e teve seu corpo modificado para sobreviver a poções e adquirir habilidades sobrenaturais, utilizadas para matar monstros.

– A ORIGEM DO JOGO.

O universo de Witcher (Wiedźmin) foi criado pelo polonês Andrzej Sapkowski, autor de uma série de 7 ou 8 livros (a depender da editora) e que se consagrou na Polônia, ainda na década de 90.

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Pokemon Alpha Sapphire / Omega Ruby – Análise

Finalmente estou de volta com as análises! Chegou a hora de tomar vergonha na cara e não só fechar os jogos, mas também escrever sobre eles. E a bola da vez é o último lançamento da série Pokemon: Alpha Sapphire e Omega Ruby. Este é o remake dos jogos Ruby e Sapphire, e foram lançados para o GameBoy Advance no ano de 2002 (Japão) e 2003 (Europa e EUA), e que agora recebem, além de novos gráficos, novas mecâncias e até uma quest “extra”, que acrescente fatores curiosos à mitologia da série.

Apesar de parecer que Pokemon não possui mais do que centenas de monstrinhos novos, muito parecidos com animais de um zoologico (ou com chaveiros o.O), ORAS (sigla usada para Omega Ruby/Alpha Sapphire) me fez repensar diversos aspectos da série que eu venho jogando desde Soulsilver – também um remake. A fórmula de Pokemon é tão bem estabelecida, e funciona tão bem, que não haveria porque fazer mudanças radicais num momento como este, em que temos jogos anuais vendendo no mínimo, muito bem. Mas nem sempre mudanças radicais são as mais importantes.

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THE SWAPPER – ANÁLISE

  Eu sempre gostei da sensação de “garimpar” coisas novas, sejam álbuns de música, filmes ou jogos. Eventualmente, vou à uma loja de CDs local (especializada em rock / heavy metal) para tentar descobrir algo novo do jeito antigo: olhando as capas, conversando com o dono da loja, e ouvindo trechos das músicas. Como a forma de comprar / vender jogos mudou muito, também mudou a forma de descobrir jogos novos.

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BROTHERS: A TALE OF TWO SONS – ANÁLISE

Há pouco tempo atrás eu escrevi uma análise do jogo Rain. Muito do texto foi baseado na [minha] percepção de que ele segue a escola de Journey, e alguns outros indies de sucesso: uma premissa simples, “minimalista”, com foco maior na arte gráfica e musical, e explorando bem as “poucas” mecânicas apresentadas. Em Journey, você guia a personagem por um deserto, tem apenas a habilidade de pular ou voar rapidamente, e segue em direção à uma montanha distante. Já o protagonista de Rain deve perseguir uma misteriosa garota que só aparece na chuva, e ele mesmo utiliza este artifício para esconder-se de monstros, como se jogasse com luz e sombra.

“Rain” [PS3] – Análise

  Interessante como ao tentar acompanhar a maioria dos lançamentos, de todas plataformas, eu percebi a diferença de participar do “hype”: grande parte da empolgação vem de fazer parte de algo novo, colocar a mão em um produto nos primeiros dias após o lançamento, e saber que poucas pessoas definiram suas opiniões sobre ele. Um pouco da sensação de exclusividade. Mas também eu tenho percebido como é fácil deixar que a minha opinião seja levada por tudo que lemos / ouvimos, como acontece ao jogar Journey – em que eu já esperava uma grande experiência, e felizmente foi o que aconteceu.

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Grand Theft Auto V – Análise

 Todo ano, vemos vários “jogos mais esperados”. Mas com certeza GTA V foi o lançamento mais badalado, com propagandas em todos lugares, sendo reconhecido até por aquele amigo ou familar que nem mesmo joga videogames. O impacto econômico é impressionante, com número recorde de vendas em poucos dias, condizentes com o orçamento de grandes filmes utilizado na produção do jogo, que durou entre 4 à 5 anos.


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