Categoria: Análise

Análise – Rayman Origins (PS3)

Análise – Rayman Origins (PS3)

 Quando comprei o Rayman Origins, eu esperava um bom jogo de plataforma. A ocasião contribuiu, pois consegui uma promoção, e jogos de PS3 são bem caros…
  Mas eu não esperava um jogo tão bem feito, e divertido. Rayman é um personagem criado na década de 90, para o jogo homônimo de Jaguar (a primeira versão) e PC/Playstation One (que acabou sendo lançada primeiro).
  Rayman Origins tem uma trama simples – que não pretendo analisar – onde o herói deve livrar a floresta onde mora de seres malignos que estão perturbando sua paz. Tudo é apresentado com muito humor e desenhos quase psicodélicos.
JOGABILIDADE
  A jogabilidade é um dos pontos fortes do jogo. Bem calibrada, com uma progressão lógica e que sempre ofereces novos desafios. Pode ser bem difícil em alguns momentos, mas nunca impossível. Ou seja, o suficiente para oferecer alguma resistência, e tornar a experiência mais rica. O jogo é dividido em regiões, ou mundos, e dentro de cada há um número variável de fases. Cada fase  possui lumias para recolher (à semelhança das moedas em Super Mario), assim como a opção de fazer uma corrida por tempo (speed run) e achar alguns baús secretos. Completando todos este requisitos, o jogador preenche os medalhões que aparecem ao fim (estes servem parar representar seu progresso no jogo).
  
  É interessante notar como as fases são tão bem construídas, que é possível perceber onde estão os caminhos para speed run, e onde estão aqueles que permitem coletar mais lumias.
  À medida que você avança, Rayman ganha algumas habilidades, como planar por algum tempo rodando suas orelhas, correr em paredes, lutar, e por aí vai.

GRÁFICOS
  A arte de Rayman Origins é um show a parte. Tudo parece ser um grande desenho, com elementos até psicodélicos, que ganharam vida e movimento. O número de detalhes nas fases e inimigos é enorme, e a cada novo mundo o jogador poderá se supreender novamente. É praticamente impossível perceber algum bug visual. Nota 10.
TRILHA SONORA
  Mais um ponto alto do jogo. Todas as músicas demonstram ter sido feitas com total dedicação, ricas em detalhes, e totalmente sincronizadas com o que está acontecendo no jogo. É possível jogar por muitas horas e não ficar enjoado dos sons, pois a variedade é grande, e contribuiu para o excelente trabalho gráfico realizado.
CONCLUSÃO
  Rayman Origins possui tantos pontos positivos que seria possível escrever mais algumas páginas. É um dos melhores jogos de plataforma em muito tempo, divertido, desafiador, e bem feito. Está presente em todas as plataformas, e pode ainda gerar algumas continuações, desde que mantenha a qualidade.
  

FAR CRY 3 – Análise

FAR CRY 3 – Análise

Eu recordo muito bem da primeira vez em que vi o Far Cry 1. Foi impressionante, poque naquele ano todos esperavam pelo peso-pesado Half-Life 2 (agora o jogo da década). Mas antes, chegou o FC 1, com gráficos impressionantes, excelente jogabilidade, e no momento oportuno em que os jogadores de PC estavam espumando para atirar em qualquer coisa que se movesse na tela.

 Já Far Cry 2 não foi uma experiência muito boa. Elogiado por alguns, e criticado por muitos, a sequencia deixou a desejar, não trouxe a inovação gráfica do primeiro e fez parecer que a série poderia ver o fim de seus dias.
  Mas o anúncio de Far Cry 3 reacendeu as memórias de uma ilha distante, paradisíaca, onde podemos atirar, matar, caçar, e curtir uma boa história. Não que o forte de FC fosse o enredo e diálogos…
  O jogo começa com um grupo de jovens que vai à ilha no Pacífico para se divertir, sendo seus integrantes Jason Brody (o protagonista), seus irmãos, namoradas e amigos. A ilha possui milícias terroristas envolvidas com tráfico de drogas, além de ter sido cenário para conflitos da Segunda Guerra Mundial. Jason e seus amigos caem nas mãos de Vaas, um dos líderes do grupo, e na minha opinião um dos personagens mais interessantes.
  Após escapar do terrorista, você conhecerá os Rakyat, uma “seita” de guerreiros tribais, que fornecem o caminho para que Jason – um simples playboy – transforme-se em um guerreiro. Neste ponto, o jogo encontra um bom argumento para que Brody aprenda a atirar, matar, nadar… enfim, todas habilidades que serão necessárias na sua missão: salvar seus amigos e escapar da ilha.
  Gráficos
  Far Cry 3, felizmente, traz gráficos deslumbrantes. O mais impressionantes são os personagens humanos, suas expressões faciais, sincronismo labial, olhares, enfim… tudo impressiona. Ainda me questiono se não seria mais interessante deixar a câmera livre para o jogador, durante as cutscenes, a exemplo de Half-Life – a imersão seria maior. Mas isto é um pequeno detalhe, que não diminuiu a qualidade de Far Cry  3, e seus gráficos com certeza fizeram todo o trabalho que deveriam para transmitir o enredo criado para FC3.

  Enredo
Continuando a saga de Jason, ele obriga-se a ficar mais violento, aceitar o Caminho do Guerreiro dos Rakyat, e cada vez penetra mais nas tramas dos traficantes Vaas, e Hyot, o cabeça dos bandidos.
Não é uma grande história, inédita, mas gostaria de destacar a qualidade de alguns personagens. Além dos gráficos, que ajudam bastante, Jason e Vaas apresentam niveis de profundidade interessantes, e até mesmo perturbadores (Vaas) em algumas cenas. Não é uma história memorável, mas com certeza ajuda a prender o jogador durante a Campanha ( 8 –  10h de duração).
  Jogabilidade
  Houve grande diferença e evolução desde FC 1 e 2 (só o que falta né…). O jogo está bem polido, não havendo aspectos que atrapalhem a diversão. A resposta das armas é ao mesmo tempo rápida, e bastante realista. 
  Além da missão principal, que é bastante linear, o jogo possui um mapa aberto, com um sistema de torres de rádio muito semelhante aos “viewpoints” (pontos de verificação) de Assassin’s Creed: ao subir na torre, Jason desativa um equipamento que sabotava a transmissão de sinal, o que abre parte do mapa e missões secundárias. Estas missões são divididas em Trials of the Rakyat (onde você atira no maior numero de inimigos em um tempo limitado; o cenário é “instanciado”, e dano ou munição gastos não afetam a campanha principal), Supply Drop (onde você corre de carro contra o tempo para entregar uma encomenda), Path of the Hunter (caçar determinados animais especiais), e outros. 
  É possível seguir na história principal sem fazer muitas destas missões, mas a recompensa de algumas pode ser importante, como criar itens que permitem carregar mais armas, dinheiro e munições.
  Estes itens são feitos no menu de pausa, utilizando-se o couro de animais caçados no cenário. 
  Achei a decisão de deixar a missão principal bem dividida das missões secundárias, pois nem todos jogadores desejam “perder tempo” evoluindo o personagem, quando apenas algumas habilidades e itens são necessários para terminar a campanha sem maiores dificuldades. Falando nisso, o sistema de perícias funciona bem, pois não é difícil adquirir a maioria delas até o fim da história, e o jogador pode escolher entre maior resistência física, furtividades ou caçada e dano.

 Multiplayer
  O modo multiplayer parece semelhante ao de Call Of Duty: você ganhará experiência, habilitando mais armas e equipamentos. Escolhendo partida rápida, o jogo randomiza modos de jogo, como Team Deathmatch e conquista de territórios (torres de rádio). O jogo pareceu funcionar bem, mas alguns jogadores reclamavam de lag e hackers durante a partida… problemas que devem ser resolvidos com o passar do tempo.
  Conclusão
  Far Cry 3 traz de volta uma série com grande nome entre os FPS, melhorando muito no quesito história, jogabilidade consistente, gráficos de ponta e multiplayer divertido o suficiente  para fazer o pacote durar muitas horas. Um dos bons lançamentos do ano, daqueles que vale a pena comprar o quanto antes!
 Nota: 9 / 10

  


Ficha Técnica
 Far Cry 3
 Ubisoft Montreal
 PC, XBOX 360, Playstation 3
 2012/dez

ANÁLISE – ASSASSIN’S CREED III

ANÁLISE – ASSASSIN’S CREED III

ANÁLISE – ASSASSIN’S CREED III
Por João Vicente.
Quando a Ubisoft criou a série AC, na era do PS3, toda comunidade gamer ficou muito impressionada. Pelos gráficos, com efeitos de luz e sombra belíssimos, um personagem com roupas que respondiam ao ambiente, e antes disso, um trailer que já mostrava o principal aspecto da mecânica do jogo: você é um assassino, silencioso, mortal, e vai usar suas habilidades para cumprir seus objetivos.
Mas o problema é que uma grande ideia não garante a qualidade do jogo. Por quê? Porque esta ideia precisa ser desenvolvida, evoluída, ao longo do próprio jogo!  Será que isto acontece em AC 3?
O terceiro episódio da série principal traz a evolução, ou alteração, de muitas características que agora são marcas de AC. Por exemplo, além de assassinar, camuflar-se, esconder corpos (aspectos básicos em qualquer stealth atual) você ainda tem sua casa – ou QG – que pode ser evoluído, um barco de batalha, o Aquiles, que pode ser igualmente melhorado; também há um aspecto que vem de AC – Brotherhood, com as áreas de domínio de Assassinos ou Templários nas cidade de Boston ou New York (quase como a briga de gangues em GTA), em que você completa missões para que os Assassinos dominem mais áreas.
Vamos analisar em alguns tópicos, então:
GRÁFICOS
Em jogos da atual geração gráficos são muito importantes. Não são o principal pilar de um excelente jogo, mas são importantes. E o novo AC chega com uma nova engine, e quando isto acontece você não pode entregar um produto com qualidade duvidosa. E não é o que acontece: o jogo possui muitos bugs de imagem, o suficiente para retirar o jogador da imersão. 
Apesar de ter momentos quem enchem os olhos, como as florestas, a reprodução das cidades de Boston e NY, e as batalhas navais, os gráficos de AC III não causam um impacto tão grande quanto se espera de um novo motor gráfico, principalmente quando já temos a promessa de Watch Dogs e Metal Gear Ground Zeroes, jogo que nos trailers parecem de uma próxima geração. E ainda temos os bugs de imagem; muitos deles. Em determinado momento, um personagem conversava com Connor, e estava com o rosto ensanguentado. Subitamente todo o sangue sumiu, e o rosto estava limpo novamente. Simplesmente assim, de um quadro para o outro; como este, temos muitos outros exemplos, o que realmente prejudica a avaliação final do game. Estou muito curioso para saber se algum patch vai corrigir este tipo de problema.
JOGABILIDADE
Novamente, bugs. Estraga o jogo, impede de jogar? Não. Eu quis chegar até o fim da história, de qualquer maneira. E me diverti muito jogando com Haytham ( o pai de Connor ) no começo; achei interessante ver o Connor criança e adolescente, caçando na floresta, e esta mecânica ficou bem legal. O Connor adulto demora a chegar, mas não decepciona. E neste momento do jogo, fica mais parecido com os AC anteriores, mas sem grandes melhorias. Bugs, Ubisoft, bugs…
 Impossível não elogiar as batalhas navais, que com certeza receberam grande cuidado, até porque estas  foram um grande destaque nos trailers e anúncios.
HISTÓRIA

Continua aqui a história de Desmond Miles, e também chega a seu fim. Um fim polêmico (sem spoilers aqui! ) que desagradou alguns, mas mesmo assim é um desenrolar interessante para este tipo de trama, que permite muitas expansões. A verdade é que podem ser criadas histórias com Assassinos em inúmeras épocas diferentes, como no futuro por exemplo, então já era de se esperar que a história de Desmond termina sem fim, ou seja, com um “Continua…” subentendido.
Agora, quanto ao protagonista Connor, é onde o jogo chama mais atenção. Todo contexto histórico da Revolução Americana é muito legal e foi trabalhado com todo cuidado possível. Porque em AC 2 podemos ver a história da Europa na Era Renascentista, mas parece mais interessante andar por Boston e NY em uma época em que os EUA estavam nascendo (digo isto porque há muitos mais representações da Europa na era de Da Vinci, tanto em filmes ou jogos, do que do período revolucionário nos EUA). Se você prestar atenção nos diálogos na rua, eles falam sobre os eventos históricos, com precisão incrível. 
É legal perceber também que a questão não é tão simples quanto “Assassinos : bons, Templarios: maus”… o protagonista irá obriga-lo a questionar os seus motivos para lutar aquela guerra, e é impossível não ficar em dúvida quanto o certo e o errado…
MULTIPLAYER, MISSÕES SECUNDÁRIAS E O FATOR “REPLAY”
O multiplayer é bem semelhante ao apresentado em Revelations. Você escolhe um personagem, e é colocado em um cenário que representa parte de uma cidade. Os outros jogadores se parecem com habitantes do local, e você recebe um alvo ao para assassinar, ao mesmo tempo em que há alguém perseguindo você. Qualquer ação “estranha” como correr, escalar casas ou prédios, andar rápido, e obviamente assassinar, aumenta sua visibilidade e permite que os adversários saibam que você é um player e não um NPC (porque as roupas podem ser iguais). É interessante, mas não dura muitas horas, pois torna-se cansativo relativamente rápido.
O jogo off-line possui muitas missões secundárias, mas nem todas interessantes. Elas constituem em evoluir seu navio bélico – o Aquiles – contratar trabalhadores para seu “homestead”, coletar penas de águia, coletar páginas do almanaque e outras já citadas. Realmente há muitas missões, e todas são necessárias para conseguir os troféus ou achievments. As 
O jogo não chega a ter um fator “replay”, exatamente porque não é necessário reiniciar a aventura principal para completar todas quests secundárias.  Decisão correta da Ubisoft.
IMPRESSÕES FINAIS
AC III é um lançamento esperado, e por isso a decepção é maior quando surgem bugs de imagem, jogabilidade, e outros defeitos que podem até ser corrigidos por patch, mas não redimem a culpa dos produtores.
A nova engine gráfica não traz qualquer novidade que chame atenção apesar de ser bonita.
A jogabilidade tem menos novidades do que outros jogos da série mas traz aspectos interessantes, como as batalhas navais e caçada na floresta: são missões legais e estão presentes em grande número no game, então você pode jogar muitas horas de AC III antes de acaba-las.
Para um jogo tão aguardado, são mais defeitos do que qualidades, e por sorte da Ubisoft, existe o advento dos patchs e DLCs, que permitem a correção de alguns defeitos (mas não corrigirá tudo).
NOTA 7,8 – Acima da média, mas não atinge o patamar esperado pela fama da série, podendo decepcionar os jogadores mais exigentes.
Skylanders Spyro’s Adventure 3DS – Análise

Skylanders Spyro’s Adventure 3DS – Análise

O lançamento do título ocorreu em outubro de 2011, completando aniversário no mês passado. Conforme informações repassadas pela Activision, foi o terceiro jogo mais vendido, em dólares, de todas as plataformas, no primeiro trimestre de 2012 e o mais vendido, considerando títulos para crianças (na América do Norte e Europa).
Ultrapassadas as informações genéricas, aviso o seguinte: O presente review restringe-se ao “Skylanders: Spyro’s Adventure” para 3DS.
Adquiri o referido game em outubro de 2012 e optei pela versão 3DS, porque é um jogo o rápido (aventura) e porque a mobilidade do portátil se enquadra às minhas necessidades diárias. 
A minha fitinha possui 10 horas de jogo e já ultrapassei metade das aventuras, mas sou uma “slow-gamer”. Os rapidinhos obterão idêntico êxito em menor tempo.
Vamos aos detalhes do jogo.
Ao adquirir o Skylanders, você compra um pacote que contêm o jogo, três skylanders iniciais e um portal. A ideia principal é bem conhecida: Basta colocar o bonequinho no portal e conectá-lo ao console, sendo aquele transportado ao mundo virtual, aterrissando em Radiant Isles. Todas as evoluções do personagem ficam salvas na sua representação física.
Visando evitar o desconforto de carregar um portal na bolsa e aliado à praticidade do portátil, o Skylanders 3DS permite o acúmulo de 02 personagens, que podem ser alternados com um simples toque na tela.
Pois bem, vamos contar história do jogo, exclusiva para a versão 3DS:
Ao ligar o game, subitamente você se depara com o último protetor da Skyland, que lhe nomeia “Portal Master”. Não se trata de um título vazio, pois lhe trará uma enorme responsabilidade: Sua missão é resgatar os Mystic Seekers. Os Mystic Seekers estavam reunidos na Radiant Isles e foram escravizados por Hektore (vilão). Hektore os obrigou a criar o “Dark Mirror”. Após a criação do Dark Mirror, Hektore utilizou o poder deste para separar Radiant Isles de Skyland, mantendo os Mystic Seekers como prisioneiros. Cabe ao Portal Master e aos seus Skylanders libertar os Mystic Seekers e derrotar Hektore.
Como o jogo funciona?
Você possui uma série de pequenas aventuras e vários objetivos. São aventuras contra o tempo: Se demorar, o Hektore aparece e fulmina o personagem. Nessas aventuras, você colhe cristais, pega gifts, evolui e liberta os Seekers, para, ao final, derrotar o vilão.
Cada aventura exige uma combinação específica de Skylanders. Aí vem o golpe, meu amigo. O jogo, em si, já não é barato (R$ 269,00, em terras brasilianas). O pacote vem com 03 elementares. No total, são oito elementos, alternados em 32 bonecos. Para você fechar todas as aventuras, será necessário adquirir um skylander de cada elemento, no mínimo.
Então, faça o cálculo: 03 skylanders você “ganhou” na compra do jogo. Faltam 05, sendo que o preço médio dos bonecos gira em torno dos R$ 49,90 (mas alguns podem ultrapassar esse valor).
Dispêndio financeiro para começar a brincadeira: R$ 269,00 (jogo) + R$ 250,00 (skylanders).
E se vocês acham que o problema é pagar o preço, existe um empecilho maior, pois alguns elementares são difíceis de encontrar (e eu procurei em SP). Necessitei comprar uma caixinha com 03 para conseguir um elemental da terra.
Dica: Se você não quiser escolher, as caixinhas com 03 personagens são mais baratas, custam R$ 119,00.
O jogo também possui 04 expansões (Pirate Seas, Empire of Ice, Darkligt Crypt e Dragons`s Peak), no valor de R$ 160,00 cada.

Resta-nos afogar as mágoas dos problemas financeiros  (e para todos os males, existe o eBay) e voltar ao jogo: Os bonecos evoluem até o level 10 e possuem aproximadamente 03 golpes cada, descobertos ao longo das evoluções.
Cada personagem dispõe de características bem peculiares, alguns são rápidos e leves, excelentes para determinadas missões e outros são fortes e pesados, específicos para certos desafios. É bem recomendável ter um Skylander voador. Tenho dois e usualmente são minha salvação.
E o 3D?  Na minha humilde opinião, é ótimo. O jogo é rápido e às vezes o 3D atrapalha – pela própria instabilidade do 3DS, que não permite movimentos bruscos para a visualização do efeito -, o que não anula a qualidade do jogo.
O tópico negativo resume-se ao fato do personagem não dar ré. Quer dizer, ré ele até dá, mas a câmera não volta. Você dá ré no escuro!!! Lógico que isso não atrapalha imensamente o jogo, afinal, a ideia é seguir em frente e rápido, mas confesso que é estranho.
Algo que eu acho incrivelmente bem bolado e divertido é o fato dos skylanders serem aproveitados em todas as plataformas (eu posso jogar com um amigo que comprou a versão para Play3, Xbox ou PC). Inclusive, é permitida a utilização dos meus bonecos no “Skylanders Giants”, lançado no mês passado.
A portabilidade de bonecos é incrível. Dá de 10 x 0 nas nossas operadoras de telefonia!
É isso aí, amigos gamers, todos os tópicos que eu considero relevantes foram abordados. Espero que tenham gostado do review e… Vamos jogar! =D
Uma sinopse para o jogo: Divertido.
Uma nota: 9,0.
Uma observação relevante: Cuidado com a LER no polegar.
 Postado por Kétlin.