Categoria: Primeiras Impressões

FORZA MOTORSPORT 6 – ANÁLISE

FORZA MOTORSPORT 6 – ANÁLISE

– Por Kétlin

Você gosta de velocidade e desafios? Então se prepare para o melhor simulador de corrida do ano: Forza Motorsport 6!

O jogo traz 26 pistas incríveis, incluindo todas as do seu antecessor (Bernese Alps; Circuit de Catalunya; Circuit de Spa-Francorchamps; Indianapolis Motor Speedway – completamente remodelada após alterações ocorridas em 2014; Le Mans Circuit de la Sarthe; Long Beack, Mazda Raceway Laguna Seca– odeio essa pista; Mount Panorama Motor Racing Circuit – Bathurst – odeio essa também; Nurburgring; Circuit de Prague – amo; Road America; Road Atlanta; Sebring International Raceway; Silvesrtone Race Circuit; Test Track Airfield; Top Gear e Yas Marina Circuit) e novidades, como as pistas do Rio de Janeiro, Daytona, Watkins Glen, e Brands Hatch.

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Dead Space 3 – Primeiras Impressões

Dead Space 3 – Primeiras Impressões

Estamos de volta com a coluna “Primeiras Impressões”, cujo objetivo é comentar jogos novos que nós AINDA não terminamos. O que não significa que não vamos terminar, principalmente nos caso de uma série tão boa quanto Dead Space!
 O lançamento de Dead Space 3 foi muito aguardado, e repleto de materiais na mídia, o que também preocupou aos fãs da série. Pois a divulgação fez parecer que este jogo perderia o elemento de suspense / terror da série, trazendo uma jogabilidade voltada para ação, mais parecido com Uncharted do que DS 1 ou 2.

  Pois é quase o que acontece; mas ainda não se desespere! Dead Space 3 começa com um prólogo, onde você controla um agente do EarthGov tentando recuperar um artefato chamado Codex (clara referência ao objeto da mitologia apresentada no livro “O Código da Vinci”), e este serviria para impedir a criação de um Marker.
  Logo depois, passamos ao conhecido Isaac Clarke, que está numa situação à la Max Payne: abandonado, triste, com uma garrafa de bebida em cima da mesa, e uma foto da ex-namorada, Ellie. Isso, EX-namorada mesmo, com foto rasgada ao meio e tudo. Elli descobre que o planeta de Tol Volatis pode esconder o segredo para a destruição dos Markers e o fim da loucura Unitologista, e eles precisam de Isaac para esta missão (tipo… óbvio…).
  Dead Space 3 mantém a jogabilidade de outros jogos da série, com a adição de um modo cooperativo – semelhante a Resident Evil 5 e 6 – uma mudança no sistema de upgrade de armas e armaduras, onde agora o jogador pode construir suas armas, e também roupas com diferentes propriedades, como suportar melhor ambientes hostis em determinados planetas, ou a radiação presente no espaço.
 Os primeiros 4 capítulos são recheados de ação, sobrando pouco espaço para o suspense que víamos no corredores apertados da Ishimura, ou na escuridão e silêncio do Sprawl. Isto não significa ainda que o jogo será um thriller de ação, mas talvez a preocupação de alguns fàs tenha fundamento.
 Mesmo assim, o jogo mantém-se muito interessante, com uma história que gera curiosidade e vontade de prosseguir, além de gráficos excelentes (mais uma vez) e uma jogabilidade sem quaisquer defeitos até o momento.
 Fiquem ligados aqui no Savepoint para mais material relacionado à Dead Space!!!

Primeiras Impressões – Guardians of Middle Earth (PS3, XBOX)

Primeiras Impressões – Guardians of Middle Earth (PS3, XBOX)

 Quando eu soube que seria lançado um novo jogo baseado no universo de O Senhor dos Anéis, duas sensações vieram à tona: preocupação, como qualquer fã de Tolkien, com o respeito às obras do mestre. E empolgação, com uma nova proposta para SdA: um jogo de estratégia, no estilo MOBA.
 Outras dúvidas também surgiram para os que já jogam DotA ou LoL: um MOBA apenas para console, quando o estilo de jogo que parece feito para o PC?
 Eis que dia 05/12 essas perguntas foram respondidas, e felizmente de maneira positiva.
 Guardian Of Middle-Earth, da Monolith, é bonito, tem uma jogabilidade agradável, e não se preocupa em distorcer as referências de Tolkien, pois seu desenvolvimento não depende de contar uma história, já que todo o foco está nas batalhas online.
 Os controles foram bem mapeados, e é até mais instintivo do que no PC manipular movimentação (analógico direito), habilidades (quadrado, círculo, etc, no PS3), menu de itens (D-pad) e demais comandos comuns aos jogos do estilo.
 Achei o tutorial muito bem feito, explicando em passos todos os conceitos do jogo, a começar pelo controle do seu Guardião (no tutorial você joga com Gandalf), uso das habilidades e itens, batalha, evoluções e estrutura no campo de batalha. O jogador não sairá dali sendo um “expert”, e a maioria das lições é lugar-comum para quem joga DotA e LoL, mas mesmo assim há diferenças importantes em GoME, como a evolução das torres e dos soldados – característica que eu achei muito inteligente!
 Como a comunidade de jogadores irá se comportar – como um bando de nerds raivosos, ou como um grupo em que os mais experientes ajudam os novatos, só o tempo mostrará, assim como será necessário algum tempo para uma análise mais completa. Mas com certeza Guardians começa bem sua jornada, com um preço acessível, boa jogabilidade e o mundo de Tolkien a seu favor. Acredito que muitos jogadores que fugiram dos MOBAs poderão encontrar em GoME seu novo jogo online favorito.
Segue um trailer do jogo:

Ficha Técnica:
 Guardians Of Middle-Earth
 Monolith (2012)
 PSN, XBLA
 Online, Multiplayer (1 – 10 jogadores)

Assassin’s Creed III – Primeiras Impressões

Assassin’s Creed III – Primeiras Impressões

Bem vindos ao Savepoint Cast gamers!!!
Pra começar este projeto, falaremos das primeiras impressões deixadas pelo aguardado Assassin’s Creed III, lançamento da Ubisoft para XBOX 360, PS3 , PCs, e Wii U.
O jogo continua a saga de Desmond Miles, único protagonista presente em todos capítulos. Mas desta vez ele conhecerá a memória genética de Connor, um índio americano que torna-se membro da guilda dos Assassinos. Apesar de que toda a propaganda do jogo mostrou muito de Connor em território norte-americano, em meio a bandeiras dos EUA, o jogo começa muito antes, com seu pai, um inglês que vai para os EUA com objetivos não bem definidos (para o jogador, a princípio).
Você só jogará com Connor a partir de um certo ponto, quando ele ainda é criança, e os caminhos que o levam aos Assassinos são bem interessantes, e diferentes de Altair ou Ezio.

O JOGO: Pois bem, AC III traz a nova engine da Ubisoft, que apesar da propaganda, não impressiona. Ainda vemos diversos bugs gráficos semelhantes ao AC 1 ou AC II, como olhos que parecem deslocados no rosto das personagens, falhas na sincronia labial e outras pequenas coisas, que irritam quando as percebemos. Mesmo assim, é um jogo bonito, principalmente por levar o gamer  aos EUA de uma época remota, e dar a possibilidade de andar por tudo, interagir com diversos elementos do cenário, e até mesmo conhecer mais da história daquela época, principalmente se você ficar atento aos diálogos que rolam nas ruas de Boston ou N. Iorque (todos muito condizentes com a história real).
A jogabilidade ainda é semelhante ao AC II, mas traz novas armas, muda alguns botões – o que é estranho, pois o gamer já estava acostumado com alguns padrões da série – mas não chega a ser inovador neste aspecto. AC III ainda não parece um jogo de final de geração, mas isto é o reflexo da decisão da Ubisoft em lançar 1 game por ano, ou seja, sempre parece que estão experimentado, e você é a cobaia.
 No começo do jogo há MUITOS, eu disse MUITOS bugs que podem irritar e fazer os menos pacientes desistirem. Passado este começo a coisa melhora e você sentirá melhor adaptação aos comandos. Mas continuam alguns bugs gráficos…
É isso aí galera, quando terminarmos o jogo, haverá uma análise mais completa, e em breve o primeiro capitulo do nosso podcast!!!
Twitter:     @savepointcast
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postado por Joao Vicente