Skylanders Spyro’s Adventure 3DS – Análise

Skylanders Spyro’s Adventure 3DS – Análise

O lançamento do título ocorreu em outubro de 2011, completando aniversário no mês passado. Conforme informações repassadas pela Activision, foi o terceiro jogo mais vendido, em dólares, de todas as plataformas, no primeiro trimestre de 2012 e o mais vendido, considerando títulos para crianças (na América do Norte e Europa).
Ultrapassadas as informações genéricas, aviso o seguinte: O presente review restringe-se ao “Skylanders: Spyro’s Adventure” para 3DS.
Adquiri o referido game em outubro de 2012 e optei pela versão 3DS, porque é um jogo o rápido (aventura) e porque a mobilidade do portátil se enquadra às minhas necessidades diárias. 
A minha fitinha possui 10 horas de jogo e já ultrapassei metade das aventuras, mas sou uma “slow-gamer”. Os rapidinhos obterão idêntico êxito em menor tempo.
Vamos aos detalhes do jogo.
Ao adquirir o Skylanders, você compra um pacote que contêm o jogo, três skylanders iniciais e um portal. A ideia principal é bem conhecida: Basta colocar o bonequinho no portal e conectá-lo ao console, sendo aquele transportado ao mundo virtual, aterrissando em Radiant Isles. Todas as evoluções do personagem ficam salvas na sua representação física.
Visando evitar o desconforto de carregar um portal na bolsa e aliado à praticidade do portátil, o Skylanders 3DS permite o acúmulo de 02 personagens, que podem ser alternados com um simples toque na tela.
Pois bem, vamos contar história do jogo, exclusiva para a versão 3DS:
Ao ligar o game, subitamente você se depara com o último protetor da Skyland, que lhe nomeia “Portal Master”. Não se trata de um título vazio, pois lhe trará uma enorme responsabilidade: Sua missão é resgatar os Mystic Seekers. Os Mystic Seekers estavam reunidos na Radiant Isles e foram escravizados por Hektore (vilão). Hektore os obrigou a criar o “Dark Mirror”. Após a criação do Dark Mirror, Hektore utilizou o poder deste para separar Radiant Isles de Skyland, mantendo os Mystic Seekers como prisioneiros. Cabe ao Portal Master e aos seus Skylanders libertar os Mystic Seekers e derrotar Hektore.
Como o jogo funciona?
Você possui uma série de pequenas aventuras e vários objetivos. São aventuras contra o tempo: Se demorar, o Hektore aparece e fulmina o personagem. Nessas aventuras, você colhe cristais, pega gifts, evolui e liberta os Seekers, para, ao final, derrotar o vilão.
Cada aventura exige uma combinação específica de Skylanders. Aí vem o golpe, meu amigo. O jogo, em si, já não é barato (R$ 269,00, em terras brasilianas). O pacote vem com 03 elementares. No total, são oito elementos, alternados em 32 bonecos. Para você fechar todas as aventuras, será necessário adquirir um skylander de cada elemento, no mínimo.
Então, faça o cálculo: 03 skylanders você “ganhou” na compra do jogo. Faltam 05, sendo que o preço médio dos bonecos gira em torno dos R$ 49,90 (mas alguns podem ultrapassar esse valor).
Dispêndio financeiro para começar a brincadeira: R$ 269,00 (jogo) + R$ 250,00 (skylanders).
E se vocês acham que o problema é pagar o preço, existe um empecilho maior, pois alguns elementares são difíceis de encontrar (e eu procurei em SP). Necessitei comprar uma caixinha com 03 para conseguir um elemental da terra.
Dica: Se você não quiser escolher, as caixinhas com 03 personagens são mais baratas, custam R$ 119,00.
O jogo também possui 04 expansões (Pirate Seas, Empire of Ice, Darkligt Crypt e Dragons`s Peak), no valor de R$ 160,00 cada.

Resta-nos afogar as mágoas dos problemas financeiros  (e para todos os males, existe o eBay) e voltar ao jogo: Os bonecos evoluem até o level 10 e possuem aproximadamente 03 golpes cada, descobertos ao longo das evoluções.
Cada personagem dispõe de características bem peculiares, alguns são rápidos e leves, excelentes para determinadas missões e outros são fortes e pesados, específicos para certos desafios. É bem recomendável ter um Skylander voador. Tenho dois e usualmente são minha salvação.
E o 3D?  Na minha humilde opinião, é ótimo. O jogo é rápido e às vezes o 3D atrapalha – pela própria instabilidade do 3DS, que não permite movimentos bruscos para a visualização do efeito -, o que não anula a qualidade do jogo.
O tópico negativo resume-se ao fato do personagem não dar ré. Quer dizer, ré ele até dá, mas a câmera não volta. Você dá ré no escuro!!! Lógico que isso não atrapalha imensamente o jogo, afinal, a ideia é seguir em frente e rápido, mas confesso que é estranho.
Algo que eu acho incrivelmente bem bolado e divertido é o fato dos skylanders serem aproveitados em todas as plataformas (eu posso jogar com um amigo que comprou a versão para Play3, Xbox ou PC). Inclusive, é permitida a utilização dos meus bonecos no “Skylanders Giants”, lançado no mês passado.
A portabilidade de bonecos é incrível. Dá de 10 x 0 nas nossas operadoras de telefonia!
É isso aí, amigos gamers, todos os tópicos que eu considero relevantes foram abordados. Espero que tenham gostado do review e… Vamos jogar! =D
Uma sinopse para o jogo: Divertido.
Uma nota: 9,0.
Uma observação relevante: Cuidado com a LER no polegar.
 Postado por Kétlin.

Assassin’s Creed III – Primeiras Impressões

Assassin’s Creed III – Primeiras Impressões

Bem vindos ao Savepoint Cast gamers!!!
Pra começar este projeto, falaremos das primeiras impressões deixadas pelo aguardado Assassin’s Creed III, lançamento da Ubisoft para XBOX 360, PS3 , PCs, e Wii U.
O jogo continua a saga de Desmond Miles, único protagonista presente em todos capítulos. Mas desta vez ele conhecerá a memória genética de Connor, um índio americano que torna-se membro da guilda dos Assassinos. Apesar de que toda a propaganda do jogo mostrou muito de Connor em território norte-americano, em meio a bandeiras dos EUA, o jogo começa muito antes, com seu pai, um inglês que vai para os EUA com objetivos não bem definidos (para o jogador, a princípio).
Você só jogará com Connor a partir de um certo ponto, quando ele ainda é criança, e os caminhos que o levam aos Assassinos são bem interessantes, e diferentes de Altair ou Ezio.

O JOGO: Pois bem, AC III traz a nova engine da Ubisoft, que apesar da propaganda, não impressiona. Ainda vemos diversos bugs gráficos semelhantes ao AC 1 ou AC II, como olhos que parecem deslocados no rosto das personagens, falhas na sincronia labial e outras pequenas coisas, que irritam quando as percebemos. Mesmo assim, é um jogo bonito, principalmente por levar o gamer  aos EUA de uma época remota, e dar a possibilidade de andar por tudo, interagir com diversos elementos do cenário, e até mesmo conhecer mais da história daquela época, principalmente se você ficar atento aos diálogos que rolam nas ruas de Boston ou N. Iorque (todos muito condizentes com a história real).
A jogabilidade ainda é semelhante ao AC II, mas traz novas armas, muda alguns botões – o que é estranho, pois o gamer já estava acostumado com alguns padrões da série – mas não chega a ser inovador neste aspecto. AC III ainda não parece um jogo de final de geração, mas isto é o reflexo da decisão da Ubisoft em lançar 1 game por ano, ou seja, sempre parece que estão experimentado, e você é a cobaia.
 No começo do jogo há MUITOS, eu disse MUITOS bugs que podem irritar e fazer os menos pacientes desistirem. Passado este começo a coisa melhora e você sentirá melhor adaptação aos comandos. Mas continuam alguns bugs gráficos…
É isso aí galera, quando terminarmos o jogo, haverá uma análise mais completa, e em breve o primeiro capitulo do nosso podcast!!!
Twitter:     @savepointcast
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postado por Joao Vicente