Witcher 3: The Wild Hunt – Análise

agosto 31, 2015
Categoria: Análise, Artigo, Artigos
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Witcher 3: The Wild Hunt – Análise

– Por Kétlin.

-QUEM É GERALT DE RIVIA, O WITCHER?

Geralt de Rivia é um bruxo. Recebeu treinamento especial em Kaer Morhen e teve seu corpo modificado para sobreviver a poções e adquirir habilidades sobrenaturais, utilizadas para matar monstros.

– A ORIGEM DO JOGO.

O universo de Witcher (Wiedźmin) foi criado pelo polonês Andrzej Sapkowski, autor de uma série de 7 ou 8 livros (a depender da editora) e que se consagrou na Polônia, ainda na década de 90.

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Andrzej Sapkowski

 Os livros originaram um filme e uma mini-série televisiva, em 2001, ambos de qualidade duvidosa e inspiraram o audacioso estúdio CD Projek Red (também polonês) na criação do produto que o levou ao sucesso, a trilogia de games inspirada na obra de Sapkowski: The Witcher (2007 – PC); The Witcher 2: Assassins of Kings (2011 – PC e 2012 – Xbox 360) e o pretensioso The Witcher 3: Wild Hunt (2015 – PC, XONE e PS4).

A série de jogos teve o mérito de tornar os personagens de Sapkowski mundialmente famosos e é motivo de orgulho em sua terra natal, vide o dia em que o então Primeiro Ministro Polonês, Donald Dusk, entregou uma cópia do The Witcher 2: Assassins of Kings ao presidente norte-americano, Barack Obama, em 2011.

Em maio de 2015, a Polônia entrou em estado de celebração com o lançamento do tão aguardado terceiro jogo da franquia Witcher, com direito a comemoração oficial e tudo mais. Eu imagino uma daquelas festas de solstício de verão descritas pelo Sapkowski, com muita bebida e diversão.

E já que citei o autor, infelizmente foi ele quem menos lucrou com o sucesso da saga do bruxo, pois vendeu os direitos autorais para a CD Projeck Red (lá no começo, na época de vacas magras) por um preço relativamente pequeno. Ao menos ele deve estar aproveitando os lucros com a nova tiragem dos livros.

Mas será que o jogo é fiel aos livros?

The Witcher é considerado uma continuação não necessariamente fiel da história oficial (às vezes é bom não se apegar excessivamente às datas, por exemplo), e, dentre todos os seus méritos, introduz uma temática até então desconhecida por nós, a mitologia eslava.

Após essa breve sinopse do nascimento da série (quem quiser se aprofundar recomendo procurar matérias sobre a origem da CD Projekt Red), vamos a um momento deveras pessoal: Minha expectativa e toda trajetória de 02/2013 até 19/05/2015.

– DATA DE ANÚNCIO, LANÇAMENTO OFICIAL E EXPECTATIVAS.

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BGS 2014 – Abraçando o Geraldão e ansiosa por 24.02.2015

O anúncio do Witcher 3: Wild Hunt ocorreu em fevereiro de 2013, o primeiro cinematic trailer foi apresentado em agosto do mesmo ano e a previsão de lançamento, cotada para novembro/dezembro de 2014 (boatos, suposições).

Já no final de 2014, as coisas começaram a ficar muito quietas, sem sinal do cumprimento do suposto prazo, quando, então, finalmente foi anunciada a data oficial: 24 de fevereiro de 2015.

Só que próximo da data de lançamento, a desenvolvedora polonesa apresentou uma sincera carta de desculpas e informou a necessidade de descumprir o prazo, pois precisava finalizar algumas pendências imprescindíveis para o bom desempenho do game. 19 de maio surgiu como nova data.

Confesso que em decorrência da demora, fui tomada pelo desânimo e um súbito desinteresse, mesmo com gameplays e trailers de cair o queixo. Mas a CD Projeck Red, excelente marqueteira, soube como reascender o cosmos no meu coração e no coração de inúmeros fãs e em maio, pouco tempo antes do lançamento, disponibilizou uma série de trailers que fez todo mundo CHORAR DE EMOÇÃO!!! Quem quiser conferir, segue a lista:

1- The Witcher 3: Wild Hunt – Official Gameplay Trailer (empolgou, empolgou, empolgou);

2 – The Witcher 3: Wild Hunt – Launch Cinematic (esse teve até pré-estréia e deixou todo mundo de QUEIXO CAÍDO – dois dias antes do lançamento do game);

3 – The Witcher 3: Wild Hunt – Launch Trailer (“Go Your Way”) – quem tinha coração fraco… Tem Witcher no céu? E morreu…).

Empolgação retomada! O jogo chegou! (lágrimas nos olhos) E chegou todo especial, bonitão, dando tapa na cara da sociedade gamer (nem perto desses recentes lançamentos de estúdio pão-duro)!. Veio com trilha sonora, mapa, manual, adesivo, carta de agradecimento e uma pequena HQ. Impossível não amar! Jogo completinho, cheio de surpresas e 16 DLCs gratuitos, lançados nas semanas subseqüentes.

Versão normal.

Edição normal.

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Jogo Edição Especial. (Morram de inveja, eu tenho).

 – UM BREVE RESUMO DOS LIVROS THE WITCHER (contém spoilers dos livros e do jogo Witcher 3).

Vamos ao jogo e a uma rápida história dos principais e novos personagens. Pois bem, aqueles que conhecem o mínimo da história, sabem que a proposta do Witcher: 3 Wild Hunt é fechar a série com chave de ouro e proporcionar reencontros mais do que esperados: Geralt-Yennefer-Ciri. E você começa o jogo, logo de cara, com uma cena apresentada no cinematic trailer lançado de outubro de 2014, na qual a maga Yennefer se encontra no meio da guerra entre Nilfgaard e os Reinos do Norte, enquanto Geralt e Vesemir seguem os seus rastros. Logo em seguida, Geralt sonha com Yennefer, Ciri e a Caçada Selvagem, peças principais do game. Para aqueles que não conhecem nada da história, lá vai o resumão das minhas personagens favoritas e super importantes nessa nova saga:

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Ciri

Ciri (Cirilla Fiona Elen Riannon): É a princesa de Cintra, neta da rainha Calanthe, filha de Pavetta e Duny (mais tarde revelado como imperador Emhyr, que atualmente comanda Nilfgaard).

LIVROS: Geralt auxiliou Duny a quebrar uma maldição que o transformava num mostro e graças aos feitos do bruxo, o rapaz finalmente pôde desposar o seu amor, a princesa Pavetta.

Como recompensa por um trabalho bem executado em favor de Duny, Geralt utilizou a Lei da Surpresa e pediu ao rapaz “aquilo que você encontra em casa e não espera”. Foi quando Pavetta revelou a gravidez. Uma criança estava, então, atrelada ao destino de Geralt, o qual a reivindicaria no momento adequado.

Era comum que os bruxos tomassem crianças para si, para dar continuidade à linhagem, pois inférteis.

Anos após, Geralt viajou até Cintra para reclamar o seu prêmio e descobriu que Duny e Pavetta pereceram em um naufrágio, restando à rainha um único descendente, a criança prometida. Diante da situação e do pedido de Calanthe, Geralt optou por perdoar dívida e partiu sem conhecer o infante.

Num evento posterior, o bruxo deparou-se com uma pequena princesa de cabelos cinza, que fugia de um pretendente arranjado pela avó. Ela e Geralt  foram capturados, na floresta de Brokilon, pelas Dryads (espécie de ninfa), e apesar das desavenças iniciais, o bruxo e a menina criaram um forte apego um pelo outro. Junto das Dryads, é dado à criança o direito de escolha: Permanecer lá e servir à floresta ou ir com Geralt. Ela escolheu o bruxo.

Na sequência, nosso herói descobre que aquela era a criança que lhe havia sido prometida, a filha de Pavetta e Dunny, a princesa Ciri. O destino foi mais forte do que a vontade de Calanthe e os uniu. Um forte laço se formou entre ambos, mas Geralt optou por deixar a menina com a avó, apesar da insistência de Ciri em lhe acompanhar.

No transcorrer da história, o bruxo soube que Cintra foi destruída por Nilfgaard e Calanthe, morta. Desesperado, correu na direção da guerra, em busca de Ciri, temendo o pior. Não a encontrou nas ruínas do castelo, mas, mais uma vez beneficiado pela Lei da Surpresa, descobriu a menina na casa de um camponês, fugitiva da guerra. Feliz e aliviado com o reencontro, prometeu que nunca mais a abandonaria. A partir daí, Ciri passou a receber treinamento de Geralt, Yennefer e outros.

Ciri e Geralt

Ciri e Geralt

Mas Ciri é muito mais do que uma brincadeira do destino de Geralt: Ela é a garota da profecia, a dona do sangue ancestral, que consegue viajar entre mundos e tem poderes que podem destruir os tempos.

Encerro a história por aqui, porque o resto você descobre no jogo.

E o jogo descreve lindamente a relação entre Geralt e Ciri. Você percebe que ele a vê como uma filha e busca incansavelmente o seu paradeiro, mesmo se for necessário percorrer todo o continente e realizar uma série infindável de missões.

Quando estão juntos, ele a trata com um carinho e uma ternura incomparáveis com o tratamento despendido aos demais personagens. Ele está disposto a acompanhá-la em todos os momentos, além de saber exatamente o que é necessário para acalmá-la, desde uma simples brincadeira na neve ao momento em que compactua com um episódio de fúria.

Ciri usualmente relata que as pessoas próximas tentam manipulá-la, que todos querem opinar sobre o seu destino, inclusive a Yennefer (sqn), e daí entende-se que Geralt é a única pessoa na qual ela verdadeiramente confia.
O jeito que eles trocam olhares, se divertem, conversam etc. remete perfeitamente a uma afetuosa relação pai-filha e o game soube demonstrar isso com perfeição. Você entende e acredita nos olhares e se importa com o bom andamento do relacionamento Geralt-Ciri. Mérito do jogo, que faz você se apaixonar pela história e se emocionar quando o bruxo, após uma longa busca, finalmente abraça a sua pequena andorinha (snif snif – lágrimas nos olhos).

Para aqueles que não se importam com (MUITO) MAIS SPOILER:

1-Geralt encontra Ciri

2-Ciri está em casa:

3-Ciri e Geralt brincam na neve

4-Geralt entrega a espada (um dos finais):

  Ultrapassada a história da Ciri, vamos para outra e não menos importante personagem:

Yen

Yen

Yennefer de Vendenberg: Yen é uma poderosa maga e o destino amoroso de Geralt (no jogo há escolhas que alteram este destino).

LIVROS: Geralt foi pedir socorro a uma maga, hospedada na cidade de Rinde (Yennefer), para salvar a vida de Dandelion (seu grande amigo bardo-poeta), que passava por maus bocados após se deparar com um Djinn (espécie de gênio). E bastaram 05 minutos com Yennefer para Geralt se apaixonar. A maga topou a empreitada, mas não com boas intenções, pois seu grande desejo era encontrar e controlar um Djinn, custe o que custasse.

Então, a maga usou o apaixonado Geralt para o seu intento (aprisionar e Djinn),  engando-o  e pondo sua vida em risco. Só que as coisas não funcionaram conforme o planejado, pois era impossível controlar o gênio e coube ao bruxo um último desejo: Desejou que o seu destino estivesse entrelaçado ao de Yennefer, para sempre (a contragosto da maga). E o laço entre ambos foi atado.

Todavia e apesar da força atrativa do destino, Yennefer sempre relutou em ficar com Geralt, ao menos por longos períodos. Moravam juntos, discutiam e se separavam; se encontravam, reatavam, moravam juntos, discutiam e se separavam (um ciclo sem fim).

E a Sra. maga não é fácil, minha gente! Yen tem personalidade forte e ama se envolver em intrigas políticas. Não é o tipo de pessoa que curte uma vida calma ao lado de um bruxo, sem luxos. Mas não é só isso. A maior frustração da sua vida é não poder engravidar (magas são inférteis) e apesar de uma série de tratamentos, nunca conseguiu reverter o quadro de infertilidade. Bruxos também são inférteis, o que levava Yen a acreditar que a sua união com Geralt era inútil, pois nada poderia gerar.

Ainda assim e apesar do relacionamento “entre tapas e beijos”, o destino sempre fez com que eles se encontrassem. E a situação se estabilizou quando Geralt entregou a Yen uma “filha”, a pequena Ciri. Só que nem tudo são flores na vida de um bruxo. Quando o relacionamento entre Geralt e Yen ia bem, ele se envolveu numa briga com uma multidão enfurecida, em Rivia, e supostamente morreu. Yennefer também morreu, tentando salvá-lo. Ciri interveio e os levou até a ilha de Avalon, onde as suas vidas foram restauradas. Passaram um longo período feliz por lá, mas a felicidade não foi eterna e os espectros da Caçada Selvagem queimam a casa do casal e seqüestram Yennefer. Geralt, desesperado, trocou a sua vida pela vida dela e passou uns tempos vagando com a Caçada, até conseguir escapar e acordar, sem memória, em Kaer Morhen.

A partir daí, começa o primeiro jogo e Geralt somente se encontrará o seu grande amor no terceiro. Não posso falar mais nada, mas uma coisa eu garanto, Witcher 3: Wild Hunt contará a história do casal com perfeição.

Desculpem-se os fãs da Triss (amante do Geralt no primeiro e segundo game), mas esse é o momento da Yennefer e ele merece ser bem aproveitado!

No jogo e diferentemente do que acontece no relacionamento do bruxo com outras mulheres, você percebe que Geralt é submisso a Yen. Ele fala de um jeito doce com ela e satisfaz todos os seus desejos, ainda que zangado. Os amigos alertam que ela é encrenca, dor de cabeça, que tem gênio ruim, mas o bruxo não se importa, porque apesar de ser verdade (hahaha) ele sabe, lá no fundo, que ela tem um grande coração (principalmente quando se trata dele e da Ciri).

Você percebe que ele a olha de um jeito diferente, intenso. A recíproca também é verdadeira. No mais, as cantadas são engraçadas e desconcertantes e as lembranças de momentos passados reforçam a ligação entre ambos. NÃO TEM COMO NÃO AMAR!

Olhar 43.

Olhar 43.

Geralt não resiste

Geralt não resiste

Ah, duas situações que Geralt não gosta: Quando a Yen lê os seus pensamentos e quando ela não conta inteiramente os seus planos (coisas que acontecem com freqüência).

Separei uns links para quem não se importa com (MUITO) MAIS SPOILER:

1-Cantada destruidora (2:06 min):

2-Direta tão direta que deixou a Yen constrangida (3:02 min):

3-Cena do Unicórnio:

4-Beijinho no ombro pra Triss:

5-Cena deletada e que retrata o relacionamento Yen/Geralt (provavelmente fará parte da Enhanced Edition):

6-Desejo da Yen para o futuro:

Ciri e Yen são as “novas” e impactantes personagens desse game.

  Acho que o resumo foi suficiente.

 – FIM DOS SPOILERS

 – ANÁLISE DO JOGO

 Ainda tratando dos personagens, a lista varia conforme algumas escolhas no transcorrer do jogo, mas uma coisa é certa, teremos velhos

Triss

Triss

conhecidos e novos amigos: Zoltan, Dandelion, Triss, Vernon Roche, Vez, Letho, Vesemir, Lambert, Eskel, Phillippa, Margarita, Fringilla, Keira, Dijkstra, Crach, Cerys, Hjalmar, dentre outros.

O ponto alto do jogo é a história e a construção dos personagens. Você não sofre para entender o que está acontecendo. O enredo é contado suavemente através das conversas (conversas que prendem o interlocutor e instigam a sua curiosidade, bem distante daquela chatice de alguns RPGs, que tentam enfiar um quilo informação goela abaixo). Se você não jogou Witcher 1 e 2 e nem leu os livros, não tem problema, isso não será impedimento para o bom entendimento da narrativa.
E os personagens são cativantes, humanos, você se importa, cria vínculos, fica feliz com eles, sofre com eles… Eles te conquistam de um jeito inexplicável.

Entrando um pouco na mecânica, o jogo trabalha com 04 tipos de quests: Principais, secundárias, contratos (que ficam dentro das secundárias) e tesouros. Os contratos de bruxo estão em murais localizados nas cidades e vilas. Você encontra o mural, pega o contrato, conversa com o contratante, negocia o pagamento (afinal, Geralt é um profissional), vai em busca do monstro, executa o contrato, pega o troféu, leva-o até o contratante e recolhe a recompensa. O XP dos contratos é generoso. (Dica: Nunca deixe o level do contrato ficar muito abaixo do seu, senão o XP começa a ficar insignificante, e, acredite, upar nesse jogo é chato, principalmente se você pretende chegar ao final no lvl 34, quando o uso da armadura obra-prima é permitido).
Os tesouros você encontra aleatoriamente, percorrendo o cenário. Dão pouco XP, mas são bons para obtenção de itens (nem que seja para desmontá-los ou vendê-los).

Velen/Novigrad e Skellige

Velen/Novigrad e Skellige

O cenário do jogo é bonito e se altera drasticamente quando você viaja de Velen/Novigrad para as ilhas Skellige. Na verdade, tudo muda: Costumes, tradições, religião e modo de vida. Skellige parece uma realidade paralela, uma região nórdica e distante da guerra. É um dos meus lugares favoritos, sem magos e não-humanos queimando em fogueiras, sem árvores repletas de corpos pendurados e com o clima (frio) dos meus sonhos

O jogo também é repleto de conflitos religiosos, inter-raciais (elfos x humanos x anões) e de monstros (necrófagos, afogadores, nekkers, harpias etc), os quais se aproximam das cidades por causa da guerra, atraídos pelos cadáveres. Toda essa desgraceira é somada aos conflitos bélicos entre Radovid, o louco e Emhyr, o tirano.

No quesito narrativa, tirem as crianças do quarto (ou não), porque as falas não são politicamente corretas. Preparem-se para freqüentes palavrões, os quais foram incrivelmente bem traduzidos para o português, na legenda e na dublagem (você se deparará com um personagem chamado Filho da Puta Jr., por exemplo). E falando em dublagem, o dublador BR do Geralt foi impecável, mas algumas vozes femininas ficaram horríveis, como a da Yennefer. É impossível conversar com ela, na versão PT-BR, sem se irritar!

No mais, o jogo possui vários easter eggs, como referência a Kill Bill, Game of Thrones, Madonna, Crepúsculo, 50 tons de Cinza etc e um card game interno (o jogo dentro do jogo), Gwent, que conquistou uma série de adeptos e é altamente viciante!

A CD Projekt Red também disponibilizou uma série de DLCs gratuitos com quests e roupas alternativas para personagens, além do New Game Plus, com o qual você recomeça o jogo mantendo o seu lvl e equipamentos.

Eu gostei do jogo? AMEI! Mas alguns pequenos detalhes me chatearam e serão abaixo listados:

1-Achei que jogo era maior (sério).
2-A movimentação do Geralt é ruim (descer uma simples escadaria se transforma numa tarefa complicada – e olha que teve patch melhorando isso);
3-Controlar o Carpeado (cavalo) também não é uma tarefa fácil (imagina lutar em cima do cavalo!!!)
4-Usar a besta durante o mergulho pode ser muito cansativo.

Esses problemas atrapalham o jogo? NÃO (apenas irritam um pouquinho).

Minha nota: Se eu fosse uma pessoa crítica, daria 9,5/10. MAS COMO EU AMO O GAME, MINHA NOTA É 10/10.

Você deve jogar Witcher 3: Wild Hunt? CARA, TU AINDA NÃO JOGOU? TÁ ESPERANDO O QUÊ, MANÉ?

Witcher 03: Wild Hunt merece ser jogado por ser um projeto audacioso de um estúdio até então desconhecido, que criou uma saga baseada na mitologia e literatura nativa e espalhou-a pelo mundo. A execução da obra é impecável e a história, apaixonante.

Então, pegue sua espada de prata e vá matar monstros, resgatar pessoas, encontrar seu grande amor, se envolver em assuntos de Estado, apostar em corridas de cavalo e beber (muito)!

Obs: Fiz essa análise após finalizar o jogo e estou aproveitando o New Game Plus, até a chegada da primeira expansão, em outubro.

Eu. (ok, eu sei que cicatriz está do lado errado, acontece...)

Eu (Kétlin). (ok, eu sei que cicatriz está do lado errado, acontece…)

João Vicente

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